terça-feira, 4 de agosto de 2009

PARA OS FUTUROS PEDAGOGOS

" E nossa história não estará pelo avesso assim, sem final feliz

teremos coisas bonitas pra contar, e até lá

vamos viver,temos muito ainda por fazer

não olhe pra trás, apenas começamos

o mundo começa agora

apenas começamos!!!!!!!!!!!!!!!!!! "

AUTO AVALIAÇÃO DO PORTFÓLIO ELETRÔNICO

EM RELAÇÃO AOS PROPÓSITOS GERAIS:
CLASSIFICAÇÃO EM EVIDENCIADO FREQUENTEMENTE
*Os processos de aprendizagem relativos aos conhecimentos específicos da disciplina TAELP I- EDUCAÇÃO INFANTIL.

CLASSIFICAÇÃO EM EVIDENCIADO PARCIALMENTE
* Manusear mútiplas ferramentas tecnológicas, proporcionando a expressão inguagens diferenciadas e a evidência de apr4endizagens múltiplas;
*Proporcionar a interação entre teoria e prática no âmbito do ensino da língua materna;
*Vivenciar a avaliação formativa como princípio teórico/ prático para o trabalho pedagógico do professor e dos graduandos de modo apropiciar uma atuação conjunta para promover as aprendizagens.

CLASSIFICAÇÃO EM NÃO EVIDENCIADO
*Sistematizar as produções para evidenciar os progressos nas aprendizagens.

EM RELAÇÃO AOS PROPÓSITOS ESPECÍFICOS
( PROPÓSITO ESPECÍFICO )
Ajudar em minha formaçõ acadêmica, conhecer métodos de avaliação escolar, propostas e contra propostas que me ajudem a analisar e a pensar formas de desempenhar omagistério quando exerce-lo. "Atender aos propósitos do portfólio eletrônico de modo a absorver tudo o quê ele oferece no que diz respeito ao auxílio da aprendizagem, com tudo esperoque a pouca habilidade e tempo como dispositivo não me limitem para um bom desenvovimento do mesmo.

*Com certeza eu aprendi muito sobre essa forma deavaliaçãonoprocesso de aprendizagem dos conteúdos pois de alguma forma li os textos propostos e refleti sobre as exposições dos mesmos em sala de aula ,vi na prática a dificuldade dos alunos que ainda não tem acesso direto ao dispositivo( COMPUTADOR E A INTERNET ),mas a parte da intelectualização sinto ter alcançado consideravelmente.

DESCRITORES
ANALISO EM ASPECTO BOM OS SEGUINTES DESCRITORES:
* Cumprimento do propósito específico;
*Organização que facilita a compreensão das produções.
ANALIZO EM ASPECTO MÉDIO OS SEGUINTES DESCRITORES:
*Cumprimento dos propósitos gerais;
*Correção linguística dos textos (conforme as situações comunicativas, aos gêneros e oas tipos textuais,etc.)- uso da língua padrão: ortografia,pontuação, concordância,regência, coesão, coerência, etc.
*Apresentação de análise/ reflexão das produções e de outros materiais incluídos.
ANALIZO EM ASPRECTO INSATISFATÓRIO OS SEGUINTES DESCRITORES:
*Cumprimento de prazos (Postagens smanais, socializações agendadas, envio de exercício,etc)
* Construção processual ( ao longo do semestre)
* Utilização demútiplas linguagens ( vídeo, audio,imagens, etc.)
NÃO EVIDENCIADO O DESCRITOR: Existência de materias complementares relacionados às temáticas discutidas.
DESCRITOR: SÍNTESE CONCLUSIVA
Mediante as observações prestadas da auto- avaliação do portfólio,este encontra-se entre regular e bom.
DESCRITOR: AVALIAÇÃO FINAL DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO E ELABORAÇÃO DO PORTFÓLIO
O processo de construção deste portfólio,não alcançou todos os sbjetivos propóstos, devido a precariedade de acesso ao dispositivo( computador- internet),e por problemas peculiares da sua autora,, com tudo, conseguiu-se na medida do possível um aumento nas práticas de leitura em relação aos textos propóstos pela disciplina e agilidade em relação a digitação que contribui de certa forma para o desenvovimento acadêmico.

EVOLUÇÃO DA ESCRITA ( Emília Ferreiro, Ana Teberosky )

Como as crianças escrevem sem ajuda escolar
apartir deresultados obtidos com crianças de 4 a 6 anos, foram definidos cinco níveis sucessivos.
NÍVEL 1
*Escrever é reproduzir os traços típicos da escrita que a criança identifica como a forma básica da mesma.
  • Pode ser de imorenssa ou cursiva.
  • No que diz respeito a interpretação da escrita neste nível, a intenção subjetiva do escritor conta mais que as diferenças objetivas no resultado." Cada um pode interpretar sua própria escrita, porém não as dos uotros" ( p.193 ).
  • O ato de desenhar cumpre uma certa função em rel~ção a escrita. O desenho pode ser utilizado como provedor de apoio a escrita, como que garantindo seu significado. ( p.200 ).
  • Nem todos os casos de modificação da orientação espacial dos caracteres devem sertratados como patológicos ( dislexia ou disgrafia ). Em alguns casos, essas inversões são voluntárias, e evidenciam um desejo de exploração ativa.

NÍVEL 2

Neste nível a uma proeminência marcante da escrita em maiúscula de imprensa sobre a cusiva

*proeminência em dois sentidos

sentido (1): A utilização da letra maiúscula de imprensa superam, no total da amostragem,as formas em cursiva, indicando assim a origem extra- escolar desteconhecimento;

sentido(2): Aqualidade da escrita é nitidamente superior em letra de imprensa do que em cursiva. A hipótese central deste nível é a seguinte:

  • Para poder ler coisas diferentes ( isto é, atribuir significados diferentes ), deve haver uma diferença objetiva nas escritas. ( p.202).
  • Permutas na ordem linear podem ser utilizadas com a intenção de expressar diferenças de significado,mantendo constante a quantidade e a exigência de variedade. (p.204).
  • Aaquisição de certas formas fixas está sujeita a contingências culturais e pessoais

Contingências culturais: porque uma família de CM oferece, com maior frequência, contextos para essa aprendizagem;

Contingências pessoais: porque as vezes, a presença de um irmão maior, que começa na escola de ensino fundamental,costuma serum fator de incitação compensador de outras incitações ausentes. (p.205).

NÍVEL3

Caracteriza-se pela tentativa de dar um valor sonoro a cada uma das letras que compõem uma escrita, onde cada letra vale por uma sílaba. É o surgimento da hipótese silábica. (p.209). Quando a criança começa a trabalhar com a hipótese silábica, duas das caracteríticas importantes da escrita anterior podem desaparecer momentaneamente: as exigências de variedade e de quantidade mínima de caracteres. porém, uma vez já beminstalada a hipótese silábica, a exigência de variedade reaparece. (p.212).

NÍVEL4

  • Pssagem da hipotese silábica para a alfabética.
  • Oconflito entre a hipótese silábica e as formas do meioambiente se evidenciam com maior clareza no caso do nome próprio.

NÍVEL5

A escrita alfabética constitui o final da evolução do sistema de escrita, a partir deste nível, a criança se defrontará com as dificuldades próprias da ortografia, mas não terá problemas de escrita, nosentido estrito. (p.219).

Neste nível, geralmente a criança já não tem nenhuma dificuldade relativaas leis de composição do código alfabético; todas as suasdificuldades se centram nas grafiasque correspondem a vários valores sonoros ou inversamente, nas distintas grafias que correspondem aum mesmo valor sonoro.(p.220/221).

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE A ESCRITA ( Ana Teberosky, Teresa Colomer )

As crianças de um modo geral chegam com algum conhecimento prévio sobre leitura e escrita ao ingressar na escola, mesmo aquelas cujo o ambiente familiar não ofereceu uma certa relevância, como variedades de livros e brinquedos educativos, as que tiveram esse acesso prioritariamente possuem um conhecimento que facilita seu início de alfabetização escolar, mas as que não tiveram esse privilégio,não podem ser consideradas totalmente vazias deste conhecimento.
Em seu ambiente social e familiar, mesmo que sem frequência, elas observam eventualmente um jornal, revista,bilhete e até mesmo seus responsáveis escrendo algo ou lendo alguma coisa, como rótulos de produtos, listas de compras e etc. Nas ruas observam cartazes, letreiros que ao passarem na televisão são reconhecidas de alguma forma.
Todas essas mínimas percepções podem se tornar grande ao serem aproveitadas no processo de sua alfabetização,reconhecendo seu contexto de forma significativa pela escola, elas começam a tentar escrever rabiscando e imaginam estar escrevendo aquilo que lhe é particular,o que elas veêm e tem contato noseu dia a dia.
Um princípio muito promissor é a escrita do próprio nome, onde o professor trbalha o auto reconhecimento, de seus familiares e colegas. A partir da escrita do seu nome o professor pode observar nos alunos a evolução da leitura,ascrianças leêm apartir de suas interpretações, o texto mostra uma aluna que escreve seu nome ANA, e lê da seguinte forma ( A-NA ), para a primeira sílaba ela reconhece a letra (A ) e pronuncia somente ( A),mas na segunda sílaba ela ainda não reconhece a junção das letras ( N+A )e só aponta para a letra (A) pronunciando a sílaba (NA), é um diagnóstico dos possíveis conflitos que as crianças poderam apresentar.
Outros conflitos já observados são: o príncipio de quantidade mínima eo príncipio da variedade interna de caracteres.
Desta forma é importante a plena observação do professor em relação aos conflitos que as crianças poderam apresentar no seu processo de alfabetização e deverá ser contínuo para que o mesmo acompanhe e possa ajudar neste processo.

PROBLEMAS COGNITIVOS ENVOLVIDOS NA CONTRUÇÃO DA REPRESENTAÇAO ESCRITA DA LINGUAGEM ( Emília Ferreiro )

Otexto remete a atenção do professor para uma atividade diagnótica, onde deve procurar perceber as dificuldades cognitivas ,que os alunos possam apresentar em sua alfabetização,no desenvovimento da escrita, afim de reconhecer o grau de avanço em nível de apendizagem.
Na alfabetização, podemos considerar três níveis deste processo: pré-silábico, silábico e alfabético. No nível pré-silábico, a criaça encontra-se em um estágio de ( perturbação alfabética ), as representações de símbolos não icônicos como bolinhas, rabisco e etc, podem fazer parte do que ela imgina estar escrevendo, como também pode usar números como se fossem letras, esta fase termina quando as crianças já reconhecem as formas gráficas das letras.
No nível silábico as crianças escrevem as palavras reconhecendo a dimensão das sílabas, e no nível alfabético, elas adiquirem o domínio da escrita das palavras cokm seu respectivo valor sonoro.
Portanto é preciso um acompanhamento efetivo e um olhar diagnóstico para detectar possíveis problemas de compreensão nos níveis de alfabetização, para que o professor possa intervir e ajudar o aluno a cminhar no processo de ensino x aprendizagem.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ALBABETIZAÇÃO INICIAL NA ESCOLA: PERSPECTIVA SÓCIOLINGUÍSTICA ( Erik Jacobson )

O texto vem mostrar que o processo inicial de alfabetização não ddeve seguir um padrão pré-estabelecido, um molde,pois a linguagem oral das crianças são diversas ao passo que seus contextos sociais são diversos. Devido a isso um único padão de alfabetização, pode muitas vezes fazer uma criança sentir-se descontextualizada com a realidade que é apresentada, desta forma ela não encontrará sentido na sua escolarização, o que dificultará o seu desenvolvimento educacional e social, diante disso apresenta-se o termo múltiplas alfabetizações.
A perspectiva sóciolinguística convida-nos a reconhecer que se levarmos em consideração a bagagem social dascrianças,em relação a forma que elas falam e as coisas que já conhecem e e usarmos como via de interação na aprendizagem da escrita serámaisfácil a sua alfabetização.

Afabetizar é encaminhar as criançaspara um processo de socialização,porque aprendem formas de comunicar-se através da escrita, aprendendo a ler elas podem compreender a comunicação do mundo com elas.

A oralidade é basicamente a primeira forma de comunicação, quando as crianças chegam a escola, elasaprendem a simbolizar graficamente o que falam, e a decifrar o que os outros escrevem,pois be,é aí que a perpectiva sócioliguística vem auxiliar para a alfabetização destas, agregando sua subjetividade, as práticas de sala de aula. O professor precisareconhecer as peculiariedades dos alunos de modo a adaptá-las com a ação docente, o texto mostra vários exemplos mas destaco o ambiente familiar,onde umas crianças terão mais afinidade com a realidade formal da escola ante a outras,apartir das práticas de incentivo e leitura, influenciando o vocabulário. Já outros pais por nãoterem esses hábitos,seus vocabilários podem ser particular de acordo com a localidade onde moram.

Então se existe uma formauniversal de comunicação oral e escrita, oprofessor pode ajudar a criança a conciliar esta com a que elas trazem do seu contexto social, assim mostram que eles não falam e escrevem errado, mas terá ocasiões que deverão usar a forma universal. Essas considerações surgem do princípioque em nosso país, particularmente em várias regiões erncontramos vários dialetos e sutáques de acordo com a cultura local. A relação grafema- fonema, onde a fala é diferente de como se escreve.

Apostar na perspectiva sóciolinguística é apostar na possibilidade de uma mudança da educação onde ela realmente será para todos, o professor como mediador na formação intelectual ve social, observando e pesquisando a realidade local dos alunos e todos se reconhecerão parte integrante do processo de ensino x aprendizagem.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Programa: "Bate Papo Informal"

video

Edição e Produção: Anderson Vieira, Bruna Vasconcelos, Cátia Cilene, Caroline Cabral e Daniele Salles


Apresentação: Anderson Vieira e Daniele Salles


Filmagem e suporte técnico: Caroline Cabral


Agradecimentos: Professora Márcia Figueiredo


Comentários: Nosso programa não ficou uma grande produção, em termos técnicos, já que perdemos muito da qualidade do vídeo com a conversão do seu formato, com a intenção de diminuir sua extensão, além do que fizemos o programa em um estilo mais informal, um bate papo a cerca do assunto Alfabetização, sob a visão da professora Márcia Figueiredo, que atua na FEBF. Bom, do mais vocês podem conferir no vídeo.